terça-feira, 14 de julho de 2015

A História da Tabela Periódica

A tabela periódica que que conhecemos teve em seu início vários cientistas que tentaram desvendá-la, como se foi um enigma da pirâmide.
A tabela periódica dos elementos químicos é conhecida como uma ótima fonte de informação quando se deseja saber características sobre os elementos, como: verificar quais são metais, quais os mais densos, os mais pesados ou reativos. Entretanto, a tabela periódica nem sempre foi assim, organizada e completa: dispor os elementos obedecendo as suas semelhanças já foi motivo de muita discussão e estudo científico, e, embora a tabela atual seja mais eficiente, sua formação é derivada de tantas outras mais primitivas.

Para saber mais assista ao video 
Você conhecerá muitos outros químicos


Modelos Atômicos

MODELO ATÔMICO DE DALTON
A estrutura da matéria é estudada desde o século V a.C., quando surgiu a primeira ideia sobre sua constituição. Os filósofos Leucipo e Demócrito afirmavam que a matéria não poderia ser dividida infinitamente, chegando a uma unidade indivisível denominada átomo. Essas especulações foram substituídas por modelos baseados em estudos experimentais após milhares de anos.
Baseado nas leis ponderais de Lavoisier e Proust, o cientista John Dalton, por volta do ano de 1808, elaborou sua teoria sobre a matéria, conhecida como teoria atômica de Dalton. As principais conclusões do modelo atômico de Dalton foram:

  • A matéria é formada por partículas extremamente pequenas chamadas átomos;
  •  Os átomos são esferas maciças e indivisíveis;
  • Os átomos com as mesmas propriedades, constituem um elemento químico;
  • Elementos diferentes são constituídos por átomos com propriedades diferentes
 As reações químicas são rearranjos, união e separação, de átomos.

MODELO DE THOMSON
Baseado em experiências com cargas elétricas, o cientista inglês Joseph John Thomson, no final do século XIX, concluiu que o átomo não era uma esfera indivisível, como sugeriu Dalton. A experiência que levou a elaboração desse modelo, consistiu na emissão de raios catódicos, onde as partículas negativas eram atraídas pelo polo positivo de um campo elétrico externo. Essas partículas negativas foram chamadas de elétrons, e para explicar a neutralidade da matéria, Thomson propôs que o átomo fosse uma esfera de carga elétrica positiva, onde os elétrons estariam uniformemente distribuídos, configurando um equilíbrio elétrico.

MODELO DE RUTHERFORD
 No início do século XX, o cientista Ernest Rutherford, utilizando a radioatividade, descobriu que o átomo não era uma esfera maciça, como sugeria a teoria atômica de Dalton. Surgia assim um novo modelo atômico. 
Rutherford bombardeou uma lâmina de ouro com 10-5 cm de espessura, envolvida por uma tela de sulfeto de zinco, com partículas α (lê-se: alfa) provenientes do elemento polônio protegido por um bloco de chumbo perfurado. Essa experiência revelou que a grande maioria das partículas atravessavam a lâmina de ouro, enquanto outras partículas passavam e sofriam pequenos desvios, e uma quantidade muito pequena não atravessava a lâmina. O percurso seguido pelas partículas α foi detectado devido à luminosidade refletida na tela de sulfeto de zinco. 
Comparando o número de partículas emitidas com o de desviadas, Rutherford deduziu que a massa da lâmina de ouro estaria localizada em pequenos pontos, denominados núcleos, e que o raio do átomo deveria ser 10.000 a 100.000 vezes maior que o raio do núcleo, sendo o átomo formado por espaços vazios. A maioria das partículas atravessou a lâmina por meio desses espaços. A explicação para as partículasα que sofreram desvios foi dada pelo fato do núcleo positivo da lâmina de ouro repelir as partículas alfa também positivas. As partículas que não atravessaram teriam colidido frontalmente com esses núcleos, sendo rebatidas.
O modelo atômico de Rutherford concluiu que o átomo era composto por um pequeno núcleo com carga positiva neutralizada por uma região negativa, denominada eletrosfera, onde os elétrons giravam ao redor do núcleo.

MODELO DE BOHR
De acordo com Rutherford, em um átomo, os elétrons se deslocavam em órbita circular ao redor do núcleo. Porém, esse modelo contrariava a física clássica, que segundo suas teorias, o átomo não poderia existir dessa forma, uma vez que os elétrons perderiam energia e acabariam por cair no núcleo. Como isso não ocorria, pelo átomo ser uma estrutura estável, o cientista dinamarquês Niels Bohr aperfeiçoou o modelo proposto por Rutherford, formulando sua teoria sobre distribuição e movimento dos elétrons. Baseado na teoria quântica proposta por Plank, Bohr elaborou os seguintes postulados:
I- Os elétrons descrevem ao redor do núcleo órbitas circulares, chamadas de camadas eletrônicas, com energia constante e determinada. Cada órbita permitida para os elétrons possui energia diferente.
II- Os elétrons ao se movimentarem numa camada não absorvem nem emitem energia espontaneamente.
III- Ao receber energia, o elétron pode saltar para outra órbita, mais energética. Dessa forma, o átomo fica instável, pois o elétron tende a voltar à sua orbita original. Quando o átomo volta à sua órbita original, ele devolve a energia que foi recebida em forma de luz ou calor.

O modelo Rutherford-Bohr apresenta alguns problemas, como por exemplo, ele não explica por que o elétron apresenta energia constante, não explica as reações químicas, descreve órbitas circulares ou elípticas, quando na verdade os elétrons não descrevem essa trajetória, dentre outras restrições. 

Assista ao video e bons estudos!

domingo, 12 de julho de 2015

Linus Pauling

Distribuição Eletrônica


Níveis de Energia
coroa ou eletrosfera está dividida em 7 camadas designadas por:
K, L, M, N, O, P, Q ou pelos números: n = 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7.
O número de camada é chamado número quântico principal (n).
Camada de valência é a camada mais externa do átomo e pode contar no máximo 8 elétrons
Subníveis de Energia
Uma camada de número n será subdividida em n subníveis:
s, p, d, f,
Número máximo de elétrons em cada subnível experimental:
s     p      d       f
2     6     10     14
Distribuição dos elétrons nos subníveis.
Os subníveis são preenchidos em ordem crescente de energia (ordem energética). Linus Pauling descobriu que a energia dos subníveis cresce
na ordem: 1s 2s 2p 3s 3p 4s 3d 4p 5s 4d 5p 6s 4f 5d 6p 7s 5f 6d...


Solubilidade

Solubilidade ou Coeficiente de Solubilidade (C.S)
Coeficiente de solubilidade: é a medida da capacidade que um soluto possui de se dissolver numa quantidade-padrão de um solvente, em determinadas condições de temperatura e pressão. Em outras palavras, é a quantidade máxima que pode ser dissolvida de soluto numa dada quantidade de solvente, a uma determinada temperatura e pressão.
Soluto: substância dissolvida pelo solvente. Por exemplo, na mistura de água e sal, o sal é o soluto. Parte sólida.
Solvente: substância que dissolve o soluto. No exemplo citado no item anterior, a água é o solvente. Parte líquida.
Solução: misturas homogêneas de duas ou mais substâncias, isto é, de aspecto uniforme. Exemplos: água e sal, água e álcool, água e açúcar, ligas metálicas, o ar, etc.;
Para todo cálculo é importante saber regra de três.
Exemplo:

(Fuvest-SP) Um analgésico em gotas deve ser ministrado na quantidade de 3 mg por quilograma de massa corporal, não podendo contudo exceder 200 mg por dose. Cada gota contém 5 mg de analgésico. Quantas gotas deverão ser ministradas a um paciente de 80 kg? Indique seu raciocínio.

Resolução
3 mg_____________1 kg de massa corporal
X mg____________80 kg de massa corporal
X = 
380
X= 240 mg
Como não se pode exceder 200 mg por dose e cada gota contém 5 mg de analgésico, então:
200 mg divididos por 5 = 40 gotas.


Agora procure resolver os exercícios.

quinta-feira, 9 de julho de 2015

Densidade Absoluta (g/mL)

A densidade é uma propriedade específica de cada material que serve para identificar uma substância. Essa grandeza pode ser enunciada da seguinte forma:

Conceito de densidade
Matematicamente, a expressão usada para calcular a densidade é dada por:

Resultado de imagem para densidade


A unidade de densidade no SI é o quilograma por metro cúbico (kg/m3), embora as unidades mais utilizadas sejam o grama por centímetro cúbico (g/cm3) ou o grama por mililitro (g/mL).

Agora é praticar com os exercícos! 



domingo, 5 de julho de 2015

Concentração Comum (g/L)


A concentração comum (C) de uma solução química é a relação entre a massa do soluto (m1) e o volume da solução (v). A sua unidade no Sistema Internacional é gramas por litro (g/L). Além de ser muito utilizada em laboratórios, é também muito usada para indicar a composição de alimentos e medicamento.
Matematicamente ela é expressa pela fórmula:
Fórmula matemática de concentração comum.

onde C = Concentração comum e sua unidade no SI é dada em g/L;
m1 = massa do soluto em g;
v = volume da solução em L.

Agora resolva os exercícios que estão na barra superior e confira seus conhecimentos e boa sorte.

Ligações iônicas e covalentes

DIFERENÇAS ENTRE LIGAÇÕES IÔNICAS E COVALENTES



Para saber mais assista a este video!